Do sexto ao 11º lugar, apenas 3 pontos de distância
Braga soma 11 pontos em 6 jogos e abre uma faixa de seis posições que termina em Marítimo, com 8 pontos em 7 partidas.
Último jogo
A tabela da Primeira Liga tem uma zona intermediária comprimida. Do 6º ao 11º lugar, a diferença é de 3 pontos. Seis posições, três pontos. Quem tropeça cai quatro degraus; quem vence sobe outros tantos.
O 6º posto é do Braga. Em 6 jogos, o time soma 11 pontos, com 3 vitórias, 2 empates e 1 derrota. Marcou 7 gols e sofreu 5, saldo de 2. A campanha recente alterna: vitória, vitória, derrota, vitória e empate nos últimos cinco compromissos. O 1D é o resultado que carrega agora.
Na outra ponta dessa faixa está o Marítimo, 11º colocado. Disputou 7 partidas, uma a mais que o rival acima, e tem 8 pontos — 2 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. O ataque produziu 8 gols; a defesa cedeu 12, o que explica o saldo de -4. Nos últimos cinco jogos foram dois empates e três derrotas.
Repare no detalhe que separa os dois clubes: o Braga já jogou menos e ainda assim tem mais pontos. O Marítimo gastou um jogo extra para somar menos. Essa é a margem real entre eles.
A parte de cima da tabela segue outro ritmo. O Porto lidera com 21 pontos e saldo de +15. O SL Benfica vem em 2º, com 16, e o Sporting CP fecha o pódio com 15. Logo atrás, o Santa Clara tem os mesmos 15 do Sporting CP, mas saldo de +7 contra +9.
Perto dali, o Arouca é 5º com 11 pontos e saldo de +3, apenas um ponto à frente do Braga, que tem 11 e saldo de +2. Ou seja: a fronteira entre o quinto lugar e a zona intermediária é de um único ponto.
Na artilharia, Vangelis Pavlidis lidera com 8 gols pelo SL Benfica. Luis Suárez, do Sporting CP, tem 6. Georgios Koutsias, do Famalicão, e Gianluca Prestianni, do SL Benfica, somam 5 cada; Gonçalo Paciência, do Santa Clara, também tem 5.
A Primeira Liga volta em sexta-feira, 9 de outubro, quando Moreirense recebe o Gil Vicente. Até lá, cada ponto dessa faixa vale ouro.